Tarô, o oráculo do autoconhecimento

Junho 27, 2008

Nada de previsões. Bem, elas até podem aparecer, mas o objetivo do tarô terapêutico não é esse. Tarólogo e cliente (ou seria paciente?) valem-se das cartas do oráculo para estabelecer um ‘jogo’ cuja principal meta é conhecer-se.

Munidos de Arcanos Maiores e Menores - que compõem o tradicional baralho adivinhatório -, os tarólogos-terapeutas utilizam a sensibilidade e a intuição para ‘acessar’ o inconsciente de pacientes em busca de autoconhecimento.

Em sessões, que variam de uma - em alguns casos - a três horas, os tarólogos tratam de redirecionar a atenção de seus clientes dos fatos externos ao que cada um deles leva por dentro. E assim juntos identificam bloqueios, medos e outros padrões de pensamento e conduta que dificultam a realização do consulente. Essa transformação não é uma tarefa simples, aliás, pode se revelar árdua. E exige, segundo os tarólogos, antes de tudo cumplicidade.

O psicoterapeuta holístico Nil Amorim, de 37 anos, acredita que a empatia seja fundamental no uso terapêutico do tarô. “O terapeuta tem que saber ver quando o caso é pra ele e quando não é. Tem que ser suficientemente verdadeiro com ele mesmo. Quando vejo que não é pra mim, eu indico outro terapeuta. A empatia é muito importante. Tem que existir empatia entre paciente-terapeuta e vice-versa. Por isso, eu gosto de fazer uma entrevista antes de uma terapia; em que exponho o meu tipo de trabalho. Para a pessoa estar me conhecendo, e eu a ela. Agora, o terapeuta tem que ver se o paciente não for pra ele, tem que ser humilde o suficiente para encaminhar e indicar para outro. Ou mandar a pessoa procurar da maneira dela.”


Vera Chrystina - TARÔ EGÍPCIO DA KIER

Maio 5, 2008

O Tarô Egípcio reproduzido em Buenos Aires pela editora Kier é um tarô transcultural, isto é, ele se baseia na fascinante mitologia egípcia. Devido à sua riqueza simbólica, ele é utilizado para questões mentais, materiais e também espirituais. Em sua estrutura, os arcanos maiores são similares aos tarôs tradicionais. Já os arcanos menores não possuem os naipes explícitos e sim a hierarquia da sociedade egípcia. Todos os arcanos foram numerados de 1 a 78, inspirado na idéia de ocultistas como Papus, Levi, Borgeat e Etteilla baseados na crença de que o tarô é o Livro de Thot. Confira mais na entrevista com a Taróloga Vera Chrystina.

Vera Chrystina
www.tarotestudos.blogspot.com
verachrystina@terra.com.br


Giancarlo - TAROTERAPIA

Maio 5, 2008

O tarô tem a incrível capacidade de revelar os recônditos da alma humana, possibilitando explorar aspectos profundos de nossa psique e motivações que traduzem comportamentos. Há alguns anos, vêm se transformando em uma poderosa ferramenta para o autoconhecimento, ingressando como recurso terapêutico. A taroterapia passou a ser uma das referências para a orientação e esclarecimento nosso, conscientizando-nos do verdadeiro papel que viemos a assumir nessa existência. Cada arcano é uma etapa a ser aprendida e superada, verdadeiras personas que encerram a jornada da vida humana. Giancarlo é taroterapeuta, teórico junguiano e simbologista, atuando há 20 anos no mercado, unindo o tarô à psicoterapia e florais. Editor do Guia de Tarô Sobresites e responsável pelo Portal Taroterapia.

Giancarlo

www.taroterapia.com.br
www.sobresites.com/taro


Karan - TAROT

Maio 5, 2008

O Tarot é considerado um alfabeto simbólico composto por imagens arquétipicas, as quais estão baseadas na vida humana em seu complexo sentido de começo-meio-fim. O tarot também pode ser considerado como um diagrama da vida, uma mensagem do inconsciente ou até a ponte entre o plano terrestre e o espiritual. Assim, neste contexto, o tarot serve tanto como uma orientação psicológica ou terapêutica, quanto também como o melhor veículo para o autoconhecimento.

Karan
www.karantarot.com
contato@karantarot.com